News – Mais que Mercado https://maisquemercado.com.br Tudo que você precisa saber! Wed, 18 Mar 2026 17:46:11 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://maisquemercado.com.br/wp-content/uploads/2023/11/ICONE-96x96.png News – Mais que Mercado https://maisquemercado.com.br 32 32 227059178 Pesquisa brasileira avança no tratamento de lesões na medula e reacende esperança para paraplégicos https://maisquemercado.com.br/pesquisa-brasileira-avanca-no-tratamento-de/ https://maisquemercado.com.br/pesquisa-brasileira-avanca-no-tratamento-de/#respond Wed, 18 Mar 2026 17:46:11 +0000 https://maisquemercado.com.br/?p=8943 A ciência brasileira voltou ao centro das atenções após avanços promissores em pesquisas voltadas para o tratamento de lesões na medula espinhal. O trabalho liderado pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), busca desenvolver uma solução capaz de estimular a regeneração de neurônios danificados e ajudar pessoas com paraplegia ou tetraplegia.

O estudo ganhou repercussão internacional porque aborda um dos maiores desafios da medicina moderna: recuperar funções motoras perdidas após lesões graves na coluna vertebral. A pesquisa utiliza uma molécula chamada polilaminina, criada em laboratório para ajudar na reorganização das conexões nervosas.

Embora os testes ainda estejam em fase inicial, os resultados experimentais despertaram grande expectativa entre especialistas e pacientes.


O desafio das lesões na medula espinhal

Lesões na medula espinhal afetam milhares de pessoas todos os anos no mundo. Acidentes de trânsito, quedas, violência urbana e doenças degenerativas estão entre as principais causas desse tipo de trauma.

Quando a medula é lesionada, a comunicação entre cérebro e músculos pode ser interrompida. Isso significa que os sinais responsáveis pelos movimentos deixam de ser transmitidos corretamente, causando paralisia parcial ou total do corpo.

Hoje, os tratamentos disponíveis concentram-se principalmente em reabilitação física e adaptação do paciente. A recuperação completa dos movimentos ainda é considerada rara, o que torna qualquer avanço científico nessa área extremamente relevante.


A descoberta da polilaminina

A pesquisa liderada por Tatiana Sampaio investiga uma versão modificada da proteína laminina, presente naturalmente no organismo humano.

A laminina faz parte da chamada matriz extracelular, estrutura que ajuda a organizar e sustentar as células nos tecidos do corpo. A cientista brasileira desenvolveu uma forma polimerizada dessa proteína, conhecida como polilaminina, que tem a capacidade de orientar o crescimento de neurônios.

Nos estudos realizados em laboratório, a molécula demonstrou potencial para estimular a regeneração de fibras nervosas após lesões. Esse crescimento neuronal é essencial para restaurar a comunicação entre o cérebro e as partes do corpo afetadas.


O papel da ciência brasileira na pesquisa

O desenvolvimento dessa tecnologia ocorreu dentro da própria Universidade Federal do Rio de Janeiro, reforçando a importância das universidades públicas na produção de conhecimento científico.

A equipe liderada por Tatiana Sampaio reúne pesquisadores de diferentes áreas, incluindo biologia celular, neurociência e engenharia biomédica. Esse trabalho multidisciplinar é fundamental para transformar descobertas laboratoriais em tratamentos aplicáveis na medicina.

Além disso, a pesquisa recebeu apoio de instituições científicas e agências de fomento que financiam estudos voltados para inovação e saúde pública.


Testes clínicos e próximos passos

Depois de anos de estudos experimentais, a pesquisa avançou para uma nova fase. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a realização de testes clínicos iniciais em humanos.

Essa etapa é essencial para avaliar se o tratamento é seguro e se realmente apresenta benefícios para pacientes com lesões na medula espinhal.

Os ensaios clínicos costumam levar vários anos e passam por diferentes fases antes que um medicamento ou terapia possa ser aprovado para uso em larga escala.

Apesar disso, especialistas consideram que o avanço para testes em humanos já representa um passo importante para a ciência brasileira.


Esperança para pacientes com paraplegia

Para pessoas que vivem com paralisia causada por lesões medulares, qualquer avanço científico traz novas perspectivas.

Caso os resultados sejam confirmados nas próximas etapas da pesquisa, a tecnologia baseada em polilaminina poderá abrir caminho para tratamentos capazes de estimular a regeneração do sistema nervoso.

Isso poderia significar melhor qualidade de vida, maior autonomia e possibilidade de recuperação de movimentos para pacientes que atualmente dependem de tratamentos limitados.


O futuro da medicina regenerativa

A pesquisa brasileira se insere em um campo científico conhecido como medicina regenerativa, área que busca reparar ou substituir tecidos danificados do corpo humano.

Nos últimos anos, essa área tem avançado rapidamente com estudos envolvendo células-tronco, biomateriais e engenharia de tecidos.

Se os resultados obtidos pela equipe da UFRJ forem confirmados, o trabalho poderá se tornar um marco importante no desenvolvimento de terapias regenerativas.


Conclusão

A busca por tratamentos capazes de recuperar movimentos após lesões na medula espinhal é um dos maiores desafios da medicina moderna. O trabalho conduzido pela pesquisadora Tatiana Sampaio mostra que a ciência brasileira pode desempenhar um papel relevante nessa área.

Embora ainda existam etapas importantes antes de um tratamento definitivo ser aprovado, os avanços já alcançados indicam que novas soluções podem surgir nos próximos anos.

Para milhares de pessoas que convivem com a paraplegia, pesquisas como essa representam não apenas um avanço científico, mas também uma esperança real de transformação.

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Da gráfica à referência no mercado: a trajetória de Alex Nastácio e da Nova Comunicação https://maisquemercado.com.br/da-grafica-a-referencia-no-mercado/ https://maisquemercado.com.br/da-grafica-a-referencia-no-mercado/#respond Wed, 25 Feb 2026 18:25:49 +0000 https://maisquemercado.com.br/?p=8930 “Dizem que ideias não dão dinheiro, dizem que ideias não pagam as contas.” A provocação abre a história de um publicitário que construiu sua trajetória justamente provando o contrário. Esta é a jornada de Alex Nastácio, fundador da Nova Comunicação, agência que se tornou referência no mercado piauiense e conquistou projeção nacional.

A trajetória começa cedo. Aos 14 anos, por orientação da escola, Alex foi encaminhado para um estágio em uma gráfica onde seu pai trabalhava. A experiência, mesmo sem remuneração, moldou sua disciplina profissional.

“Estagiei nessa gráfica por mais ou menos oito a nove meses, com 14 para 15 anos, sem ganhar absolutamente nada, aprendendo, entendendo o que era, cumprindo rotina de horário como qualquer outro funcionário”, relembra.

Para ele, o estágio foi decisivo na formação de caráter e mentalidade profissional. “Se o jovem de hoje entendesse o quanto é importante estagiar, independente de ganho, porque ele precisa aprender, adquirir experiência, estar inserido dentro de uma empresa.” A vivência em gráficas como a Laserchrom e a Marprint o levou, aos 16 anos, ao primeiro registro em carteira assinada, em dezembro de 1994.

Apesar do início na produção gráfica, o contato constante com agências despertou outro desejo. Ele queria estar do lado da criação. “Eu não quero só receber o arquivo da agência e dar saída. Eu quero agora começar a criar o arquivo e mandar para alguém de gráfica. Eu quero ser a outra ponta.”

A experiência em São Paulo consolidou essa ambição. Alex passou por grandes estruturas, como a Talent, uma das agências mais importantes do país à época, onde integrou a Triadecom, braço digital da empresa quando o mercado digital ainda engatinhava.

Foi nesse momento que decidiu voltar ao Piauí. A escolha surpreendeu colegas. “Mas Alex, você vai para Teresina? Lá não deve ter nem rua asfaltada.” O comentário, marcado por preconceito regional, reforçou sua convicção. “É bom você ter essa ideia de que lá não tem nada, porque aí é a oportunidade para que eu possa fazer alguma coisa.”

Ao analisar o cenário local, ele identificou potencial de crescimento. “Teresina estava em uma expansão muito grande. Muita gente boa, muita marca boa. Um mercado consumidor local dependente de serviço e precisando profissionalizar posicionamento, marca, conceito, diferenciação dos seus concorrentes. E ali que eu vi uma oportunidade.”

Assim nasceu a Nova Comunicação. Em uma sala pequena e simples, começou o projeto que transformaria o mercado local. “Abrimos a Nova Comunicação em uma sala pequena, era uma sala que tinha muita poeira, era o que nós podíamos pagar naquela ocasião.”

Sem carteira de clientes, a estratégia foi direta: prospecção porta a porta. “Ficamos batendo de porta em porta aqui em Teresina, oferecendo nossos serviços sem cobrar absolutamente nada. Queríamos que as pessoas nos dessem oportunidade.” A proposta era clara: criar campanhas, jingles ou materiais sem custo inicial. “Se você gostasse e desse resultado, você pagava.”

A virada aconteceu em 2003, quando a agência conquistou a conta do Grupo Durreino, então o maior anunciante privado do estado. O desafio era reposicionar um produto após reformulação de embalagem e fragrância. A campanha deu resultado e projetou a Nova no mercado.

“Pegamos esse cliente que na época foi o nosso primeiro grande cliente. E naquele ano foi o maior anunciante do setor privado do estado. Isso fez com que a Nova, com o dinheiro que ganhou, contratasse gente, equipasse a agência e, acima de tudo, fosse conhecida rapidamente no mercado pela campanha que estava no ar.”

O que começou como o sonho de um estagiário determinado tornou-se uma agência consolidada, com quase duas décadas de atuação. A história de Alex Nastácio mostra que ideias, quando combinadas com disciplina, visão estratégica e coragem para assumir riscos, não apenas pagam contas, mas constroem legados.

Assista o vídeo completo da entrevista com Alex.

Produção do vídeo: Luan Campos

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Fim da jornada 6×1 gera reação do setor empresarial e amplia debate https://maisquemercado.com.br/rfim-da-jornada-6x1-gera-reacao-do-setor/ https://maisquemercado.com.br/rfim-da-jornada-6x1-gera-reacao-do-setor/#respond Mon, 23 Feb 2026 21:11:50 +0000 https://maisquemercado.com.br/?p=8895 O fim da jornada 6×1 passou a dominar discussões no meio político e empresarial nas últimas semanas. A proposta de alterar o modelo tradicional de trabalho, que prevê seis dias trabalhados para um de descanso, gerou forte mobilização de empresários que temem impactos diretos nos custos operacionais, na produtividade e no nível de empregos formais.

O debate sobre o fim da jornada 6×1 envolve diferentes setores da economia e reacende uma discussão histórica sobre equilíbrio entre qualidade de vida dos trabalhadores e sustentabilidade financeira das empresas.


O que está em discussão no fim da jornada 6×1

A jornada 6×1 é amplamente utilizada em setores como comércio, indústria, serviços e varejo. A proposta de mudança prevê reduzir a carga semanal ou redistribuir os dias de trabalho, o que pode alterar escalas, contratos e planejamento operacional.

Defensores do fim da jornada 6×1 argumentam que a medida pode melhorar a saúde mental dos trabalhadores, reduzir desgaste físico e aumentar produtividade no médio prazo. Já empresários avaliam que a alteração pode elevar custos trabalhistas, exigir novas contratações e pressionar preços ao consumidor.

O fim da jornada 6×1, portanto, não é apenas uma mudança de escala. Ele mexe diretamente na estrutura produtiva de diversos segmentos.


Reação empresarial ao fim da jornada 6×1

Representantes do setor empresarial afirmam que o fim da jornada 6×1 pode gerar aumento imediato na folha de pagamento, especialmente em empresas que dependem de funcionamento contínuo ou escalas rotativas.

Associações empresariais defendem que qualquer mudança deve ser discutida com estudos técnicos detalhados, levando em consideração produtividade, competitividade internacional e impacto nos pequenos negócios.

Para parte do empresariado, o fim da jornada 6×1 pode reduzir margem de lucro e exigir repasse de custos ao consumidor final, o que poderia pressionar inflação em determinados setores.


Impacto econômico do fim da jornada 6×1

O impacto econômico do fim da jornada 6×1 depende de como a medida seria implementada. Se houver redução da carga horária sem redução proporcional de salários, empresas podem precisar contratar mais funcionários para manter o mesmo nível de produção.

Por outro lado, especialistas apontam que jornadas menores podem gerar trabalhadores mais produtivos e menos afastamentos por problemas de saúde, o que pode compensar parte dos custos.

O fim da jornada 6×1 também pode influenciar negociações coletivas e alterar dinâmicas trabalhistas já consolidadas.


Produtividade e qualidade de vida no centro do debate

A discussão sobre o fim da jornada 6×1 vai além da matemática financeira. Ela envolve qualidade de vida, equilíbrio entre trabalho e descanso e adaptação do mercado às novas demandas sociais.

Nos últimos anos, modelos de jornada mais flexíveis passaram a ganhar espaço em diversas economias. Países que testaram semanas reduzidas observaram resultados variados, com ganhos de bem-estar e, em alguns casos, manutenção da produtividade.

No entanto, a realidade econômica brasileira possui desafios específicos, como informalidade elevada e grande número de pequenas e médias empresas, o que torna o debate mais complexo.


Setores mais afetados pelo fim da jornada 6×1

O comércio é um dos segmentos mais sensíveis à discussão sobre o fim da jornada 6×1, pois depende fortemente de escalas que garantem funcionamento durante finais de semana.

Indústrias com turnos contínuos também podem enfrentar ajustes estruturais. Já setores administrativos e tecnológicos podem ter maior flexibilidade para adaptação.

A diversidade do mercado brasileiro faz com que o impacto do fim da jornada 6×1 não seja uniforme, exigindo análises setoriais detalhadas.


Possíveis cenários futuros

O debate sobre o fim da jornada 6×1 ainda deve avançar por meio de audiências públicas, discussões legislativas e negociação entre governo, empresários e representantes de trabalhadores.

Um dos cenários possíveis envolve implementação gradual, permitindo adaptação das empresas. Outro cenário inclui flexibilizações por setor, evitando impacto uniforme em toda a economia.

Independentemente do resultado, o fim da jornada 6×1 já se tornou um tema central no debate econômico nacional.


Conclusão

O fim da jornada 6×1 representa uma mudança estrutural que pode transformar o mercado de trabalho brasileiro. A reação do setor empresarial mostra que o tema está longe de consenso e exige diálogo técnico aprofundado.

Enquanto trabalhadores defendem melhores condições de descanso e qualidade de vida, empresários pedem cautela diante dos possíveis impactos econômicos.

O debate continua e deve influenciar decisões importantes sobre o futuro das relações de trabalho no país.

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Autonomia econômica da Europa em 2026: o que está mudando. https://maisquemercado.com.br/autonomia-economica-da-europa-em-2026/ https://maisquemercado.com.br/autonomia-economica-da-europa-em-2026/#respond Tue, 10 Feb 2026 17:31:38 +0000 https://maisquemercado.com.br/?p=8855 A autonomia econômica da Europa em 2026 se tornou um dos principais temas de debate entre líderes do continente. Em um cenário internacional marcado por tensões geopolíticas, disputas comerciais e mudanças na relação com grandes potências como Estados Unidos e China, a União Europeia passou a discutir de forma mais direta como fortalecer sua competitividade e reduzir dependências externas.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, tem defendido publicamente a necessidade de aprofundar o mercado único europeu, reduzir burocracias e criar condições para que empresas do bloco consigam crescer de forma integrada. A proposta busca tornar a economia europeia mais ágil, moderna e preparada para enfrentar desafios globais cada vez mais complexos.


Por que a autonomia econômica da Europa se tornou prioridade

A busca pela autonomia econômica da Europa em 2026 não surgiu por acaso. Nos últimos anos, o continente enfrentou crises que expuseram fragilidades estruturais, como dependência energética, cadeias produtivas concentradas fora da União Europeia e dificuldades para competir com economias mais flexíveis.

Além disso, mudanças na política externa dos Estados Unidos e o crescimento econômico e tecnológico da China colocaram pressão sobre a Europa. Esse novo cenário fez com que líderes europeus percebessem que manter competitividade exige mais integração interna e menos dependência de decisões externas.

O presidente francês Emmanuel Macron tem sido um dos principais defensores dessa visão, afirmando que a Europa precisa ter capacidade de decisão própria para proteger seus interesses econômicos e estratégicos no longo prazo.


O papel do mercado único europeu em 2026

O mercado único sempre foi um dos pilares da União Europeia, permitindo a livre circulação de bens, serviços, capitais e pessoas. No entanto, na prática, muitas empresas ainda enfrentam barreiras regulatórias, diferenças legais entre países e processos burocráticos que dificultam a expansão dentro do próprio bloco.

Em 2026, a proposta é tornar o mercado único mais funcional e menos fragmentado. Isso inclui facilitar a abertura de empresas em diferentes países da União Europeia, harmonizar regras digitais e reduzir entraves administrativos. A expectativa é que essas mudanças estimulem inovação, atraiam investimentos e fortaleçam a economia europeia como um todo.


Integração econômica e competitividade global

A autonomia econômica da Europa em 2026 está diretamente ligada à sua capacidade de competir globalmente. Enquanto Estados Unidos e China possuem mercados internos altamente integrados, a União Europeia ainda enfrenta desafios para atuar como um único bloco econômico plenamente funcional.

A redução dessas barreiras internas pode permitir que empresas europeias ganhem escala, invistam mais em tecnologia e se posicionem melhor em setores estratégicos, como energia limpa, inteligência artificial, indústria digital e defesa.

Essa estratégia também fortalece a posição da Europa em negociações comerciais internacionais, dando ao bloco mais poder de barganha e maior influência no cenário global.


Desafios para a autonomia econômica da Europa

Apesar do consenso crescente sobre a necessidade de mudanças, a autonomia econômica da Europa em 2026 enfrenta desafios importantes. A União Europeia reúne países com realidades econômicas diferentes, interesses políticos variados e níveis distintos de desenvolvimento.

Harmonizar regras, reduzir burocracias e implementar reformas estruturais exige acordos complexos e tempo. Além disso, alguns países demonstram receio de perder autonomia nacional em favor de decisões mais centralizadas.

Mesmo assim, a pressão externa e os desafios globais têm acelerado o debate, criando um ambiente mais favorável à cooperação e à integração.


Impactos da autonomia econômica da Europa no mundo

Caso as reformas avancem, os impactos da autonomia econômica da Europa em 2026 podem ser sentidos muito além do continente. Uma União Europeia mais forte tende a influenciar cadeias globais de produção, acordos comerciais e políticas econômicas internacionais.

Isso pode redefinir relações com parceiros estratégicos, estimular novos modelos de cooperação e alterar o equilíbrio econômico global. Para países que mantêm relações comerciais com a Europa, essas mudanças podem representar tanto oportunidades quanto desafios.


Conclusão

A autonomia econômica da Europa em 2026 representa uma tentativa clara de adaptação a um mundo mais competitivo e instável. Ao fortalecer o mercado único, reduzir burocracias e buscar maior independência estratégica, a União Europeia tenta garantir crescimento sustentável, inovação e relevância global.

Embora os desafios sejam grandes, o movimento sinaliza que a Europa está disposta a se reinventar para enfrentar o futuro com mais unidade, eficiência e poder de decisão.

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Artemis II: a missão histórica da NASA que marcará o retorno humano à órbita da Lua em 9 décadas https://maisquemercado.com.br/artemis-ii-a-missao-historica-da-nasa/ https://maisquemercado.com.br/artemis-ii-a-missao-historica-da-nasa/#respond Mon, 09 Feb 2026 17:48:41 +0000 https://maisquemercado.com.br/?p=8832 A Artemis II é a missão histórica da NASA que levará astronautas à órbita da Lua pela primeira vez desde 1972. Entenda objetivos, desafios e impacto.

A Artemis II representa um dos momentos mais importantes da história recente da exploração espacial. Mais de cinquenta anos após a última missão tripulada à Lua, a humanidade está prestes a retornar ao entorno do seu satélite natural, desta vez com objetivos muito mais ambiciosos do que simplesmente repetir feitos do passado.

Diferente da era Apollo, quando o foco principal era vencer uma corrida geopolítica, a Artemis II nasce como parte de um projeto de longo prazo. A missão não busca apenas dar a volta na Lua, mas validar tecnologias, sistemas e estratégias que permitirão uma presença humana contínua fora da órbita da Terra.


O que é a missão Artemis II

A Artemis II é a segunda missão do programa Artemis, liderado pela NASA em parceria com outras agências espaciais internacionais. Será a primeira missão tripulada do programa e também o primeiro voo humano rumo à Lua desde 1972, ano em que a Apollo 17 encerrou a histórica era Apollo.

O principal objetivo da Artemis II é levar uma tripulação de astronautas até a órbita lunar, permitir que a nave complete uma trajetória ao redor da Lua e, em seguida, retorne com segurança à Terra. Apesar de parecer simples à primeira vista, essa missão envolve uma complexidade técnica enorme, já que testa sistemas que nunca haviam sido usados com humanos em espaço profundo.


Por que a Artemis II representa um marco histórico

A importância da Artemis II vai muito além do simbolismo. Ela marca o retorno efetivo da humanidade ao espaço profundo, uma região onde os astronautas ficam fora da proteção do campo magnético da Terra, enfrentando níveis mais altos de radiação e isolamento extremo.

Desde o fim das missões Apollo, todas as viagens tripuladas permaneceram em órbita baixa terrestre. A Artemis II rompe esse limite e inaugura uma nova fase da exploração espacial, na qual a Lua deixa de ser apenas um destino e passa a ser parte de uma estratégia maior de expansão humana no Sistema Solar.


O que mudou desde as missões Apollo

Embora o destino seja o mesmo, a abordagem da Artemis II é completamente diferente da adotada nas missões Apollo. Na década de 1960, a prioridade era chegar rapidamente à Lua. Hoje, a prioridade é aprender a permanecer.

As tecnologias evoluíram significativamente. Os sistemas de navegação são mais precisos, os computadores mais potentes, os materiais mais resistentes e os protocolos de segurança muito mais rigorosos. Além disso, a Artemis II faz parte de um programa que prevê missões contínuas, construção de infraestrutura orbital e até o uso de recursos naturais da Lua.


A diferença entre Artemis I e Artemis II

A Artemis I foi uma missão não tripulada, criada para testar o foguete SLS e a cápsula Orion em um voo completo até a Lua e de volta à Terra. O sucesso dessa missão foi essencial para dar confiança à NASA e às agências parceiras.

Já a Artemis II leva essa validação a um novo nível. Pela primeira vez, astronautas estarão a bordo da Orion durante uma missão lunar. Isso significa testar, em condições reais, os sistemas de suporte à vida, controle ambiental, comunicação e resposta a emergências, algo impossível de simular completamente em missões sem tripulação.


Quem são os astronautas da Artemis II

A tripulação da Artemis II é composta por quatro astronautas experientes, incluindo um representante da Agência Espacial Canadense. Essa composição reforça o caráter internacional do programa Artemis, que envolve cooperação global na exploração do espaço.

Durante a missão, os astronautas não apenas viajarão ao redor da Lua, mas também executarão testes, simulações e avaliações constantes. Cada detalhe da experiência humana no espaço profundo será observado, documentado e analisado para melhorar missões futuras.


Como será a viagem da Artemis II até a Lua

Após o lançamento, a nave Orion seguirá uma trajetória cuidadosamente calculada até a Lua. Diferente de uma simples órbita terrestre, essa viagem exige extrema precisão, já que pequenos erros de cálculo podem resultar em desvios significativos ao longo de centenas de milhares de quilômetros.

Ao alcançar a órbita lunar, a Artemis II fará um sobrevoo controlado, permitindo que a nave aproveite a gravidade da Lua para ajustar sua rota de retorno à Terra. Todo esse percurso serve como um teste crucial de navegação em espaço profundo.


O papel da cápsula Orion na missão Artemis II

A cápsula Orion é o coração da Artemis II. Ela foi projetada para proteger os astronautas durante longos períodos fora da Terra, suportar altos níveis de radiação e resistir às extremas temperaturas do espaço.

Além disso, a Orion precisa garantir uma reentrada segura na atmosfera terrestre em velocidades muito superiores às enfrentadas por cápsulas usadas em missões de órbita baixa. A Artemis II será a prova definitiva de que a Orion está pronta para missões ainda mais ousadas.


O foguete SLS e sua importância estratégica

O Space Launch System, conhecido como SLS, é o foguete mais poderoso já desenvolvido pela NASA. Ele é essencial para a Artemis II porque fornece a energia necessária para lançar a Orion, totalmente carregada e tripulada, rumo à Lua.

Sem o SLS, missões como a Artemis II seriam inviáveis. Ele representa um avanço significativo na capacidade de lançar cargas pesadas para além da órbita terrestre, algo fundamental para a exploração lunar e, futuramente, marciana.


Os riscos e desafios de levar humanos ao espaço profundo

Viajar para a Lua envolve riscos que não existem em missões próximas à Terra. A radiação cósmica, a distância extrema e a impossibilidade de resgate rápido tornam cada decisão crítica.

A Artemis II foi desenhada justamente para identificar esses riscos em um ambiente real. A missão permitirá avaliar como o corpo humano reage a longos períodos fora da proteção terrestre e como os sistemas da nave se comportam em situações de estresse.


Como a Artemis II prepara o caminho para voltar à Lua

O sucesso da Artemis II é fundamental para as próximas missões do programa, especialmente aquelas que envolvem pousos na superfície lunar. Tudo o que for aprendido nessa missão servirá de base para ajustes, melhorias e novas estratégias.

A ideia da NASA é estabelecer uma presença humana sustentável na Lua, utilizando o satélite como laboratório, base científica e ponto de partida para missões ainda mais distantes.


O impacto da Artemis II no futuro da exploração espacial

Se bem-sucedida, a Artemis II não apenas marca o retorno humano à órbita da Lua, mas também redefine o futuro da exploração espacial. Ela abre caminho para uma nova economia espacial, impulsiona o desenvolvimento tecnológico e fortalece a cooperação internacional.

Mais do que uma missão, a Artemis II simboliza a retomada do espírito explorador da humanidade, agora com uma visão mais madura, estratégica e sustentável.

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Mercado de criptomoedas em 2026: o que está mudando e por que isso importa https://maisquemercado.com.br/mercado-de-criptomoedas-em-2026-o-que-esta-mudando-e-por-que-isso-importa/ https://maisquemercado.com.br/mercado-de-criptomoedas-em-2026-o-que-esta-mudando-e-por-que-isso-importa/#respond Fri, 06 Feb 2026 16:14:51 +0000 https://maisquemercado.com.br/?p=8816 O mercado de criptomoedas entrou em 2026 em um momento decisivo. Depois de anos marcados por ciclos de alta e queda, o setor começou a se consolidar como parte real do sistema financeiro global.

O que antes era visto como algo distante ou apenas especulativo, hoje se aproxima de bancos, empresas, governos e até do dia a dia de pessoas comuns.

Mas afinal, o que está mudando no mercado de criptomoedas e por que isso se tornou tão relevante?


Por que o mercado de criptomoedas voltou a crescer?

O mercado de criptomoedas é conhecido por movimentos fortes e rápidos. Porém, em 2026, o crescimento está acontecendo por fatores mais estruturais do que apenas “hype”.

A entrada de grandes investidores institucionais, o aumento de regulamentações e a expansão do uso de tecnologia blockchain em setores reais estão criando um cenário mais sólido.

Isso faz com que o mercado de criptomoedas deixe de ser apenas uma aposta e passe a ser visto como uma nova camada do mercado financeiro.


O que está impulsionando o mercado de criptomoedas em 2026?

O avanço do mercado de criptomoedas está ligado a três pontos principais.

O primeiro é a adoção por grandes empresas, que estão integrando blockchain em pagamentos, logística e rastreamento de dados.

O segundo é a evolução das stablecoins, moedas digitais lastreadas em ativos tradicionais, que se tornaram mais populares por oferecerem menor volatilidade.

O terceiro é o aumento de plataformas reguladas, o que reduz o risco de fraudes e melhora a confiança do público.


Regulamentação: o que muda para investidores?

A regulamentação é um dos fatores mais importantes do mercado de criptomoedas em 2026.

Governos e bancos centrais perceberam que o setor não vai desaparecer e passaram a criar regras para controlar riscos, proteger consumidores e combater crimes financeiros.

Isso pode parecer negativo para alguns, mas para o mercado como um todo é um passo de amadurecimento.

Regulamentação tende a atrair mais investidores, especialmente os que evitavam criptomoedas por falta de segurança jurídica.


Bitcoin ainda é o centro do mercado de criptomoedas?

Sim, o Bitcoin continua sendo o principal ativo do mercado de criptomoedas. Ele é visto como a base do setor e, muitas vezes, dita o ritmo do mercado.

No entanto, o cenário de 2026 mostra que o mercado está mais diversificado.

Outras criptomoedas e projetos cresceram, especialmente aqueles que oferecem soluções práticas, como contratos inteligentes, redes mais rápidas e tokens ligados a serviços.

Mesmo assim, quando o Bitcoin se movimenta, o mercado de criptomoedas inteiro costuma reagir.


O papel das stablecoins e dos pagamentos digitais

Uma das mudanças mais fortes no mercado de criptomoedas é a popularização das stablecoins.

Elas têm se destacado por permitir transações rápidas, com custo baixo e sem a oscilação extrema típica das criptomoedas tradicionais.

Em 2026, stablecoins se tornaram um dos pontos mais importantes do setor, porque aproximam criptomoedas do uso cotidiano.

Muitas pessoas que nunca comprariam Bitcoin acabam usando stablecoins para pagamentos, transferências e proteção contra inflação em alguns países.


Criptomoedas podem afetar a economia real?

Sim, e esse é um ponto que torna o mercado de criptomoedas tão relevante.

Quando o setor cresce, ele influencia:

O fluxo de capital internacional
A inovação em tecnologia financeira
O mercado de investimentos
A forma como pagamentos digitais evoluem
O surgimento de novos modelos de negócios

Ou seja, não é apenas um assunto para investidores. O mercado de criptomoedas começa a influenciar a economia real.


O Brasil está acompanhando esse movimento?

O Brasil está acompanhando o crescimento do mercado de criptomoedas, principalmente pelo aumento de usuários, corretoras e serviços ligados a blockchain.

Nos últimos anos, o país também avançou em debates sobre regulamentação, o que contribui para tornar o mercado mais seguro.

Além disso, o brasileiro já tem forte cultura digital em pagamentos, o que facilita a adoção de soluções baseadas em criptomoedas.


Quais são os riscos do mercado de criptomoedas?

Apesar do crescimento, o mercado de criptomoedas ainda tem riscos importantes.

O principal deles é a volatilidade. Preços podem subir ou cair rapidamente.

Outro risco é o excesso de projetos frágeis, criados apenas para especulação, sem utilidade real.

Também existe o risco de golpes, principalmente para quem entra sem conhecimento e cai em promessas de lucro fácil.

Por isso, a regra mais importante continua sendo informação e cautela.


Conclusão: o mercado de criptomoedas está mudando de fase

O mercado de criptomoedas em 2026 vive uma fase mais madura e estruturada. A presença de regulamentação, empresas e novas formas de uso está transformando o setor.

Ainda existem riscos, mas o cenário mostra que criptomoedas não são mais apenas tendência de internet. Elas se tornaram parte do debate econômico global.

E quem entender esse movimento agora pode enxergar com mais clareza o futuro do dinheiro, dos investimentos e da tecnologia.

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Economia criativa no Brasil em 2026: como arte e inovação podem transformar o país https://maisquemercado.com.br/economia-criativa-no-brasil-em-2026-como-arte-e-inovacao-podem-transformar-o-pais/ https://maisquemercado.com.br/economia-criativa-no-brasil-em-2026-como-arte-e-inovacao-podem-transformar-o-pais/#respond Wed, 04 Feb 2026 15:18:54 +0000 https://maisquemercado.com.br/?p=8792 A economia criativa no Brasil deve ganhar ainda mais destaque em 2026, com iniciativas ligadas à cultura, educação, tecnologia e inovação ocupando um espaço crescente no desenvolvimento do país.

Em um mundo onde ideias valem tanto quanto recursos naturais, criatividade se tornou um dos principais motores da economia moderna. E o Brasil, com sua diversidade cultural e capacidade de inovação, tem grande potencial para avançar nesse setor.


O que é economia criativa?

A economia criativa é o conjunto de atividades que geram valor a partir do conhecimento, da cultura e da inovação.

Ela envolve áreas como produção artística, design, audiovisual, publicidade, música, moda, tecnologia, educação digital e até empreendedorismo criativo.

Ou seja, é um setor que transforma criatividade em desenvolvimento econômico e social.


Por que a criatividade está ganhando importância em 2026?

O mundo está passando por mudanças rápidas, impulsionadas por tecnologia, inteligência artificial e novos modelos de trabalho.

Nesse cenário, criatividade se torna uma habilidade essencial porque máquinas automatizam tarefas repetitivas, mas não substituem facilmente ideias originais, visão humana e inovação cultural.

Em 2026, empresas e governos tendem a investir mais em educação criativa, inovação e cultura como forma de gerar competitividade global.


O impacto da economia criativa na educação

A economia criativa no Brasil também pode influenciar diretamente o futuro da educação.

Cada vez mais escolas, universidades e projetos sociais estão incorporando métodos que estimulam pensamento crítico, criatividade e soluções práticas.

A educação deixa de ser apenas memorização e passa a ser também criação, experimentação e desenvolvimento de novas habilidades.

Isso prepara jovens para profissões do futuro, que exigirão adaptação constante.


Criatividade e tecnologia caminhando juntas

Outro ponto importante é que criatividade não está apenas nas artes, mas também na tecnologia.

Startups, aplicativos, games, produção digital e inovação em inteligência artificial fazem parte desse ecossistema.

O Brasil pode se beneficiar ao unir sua força cultural com tecnologia, criando produtos e soluções que tenham identidade própria e alcance internacional.


Cultura como estratégia econômica

Investir em cultura não é apenas entretenimento, mas também economia.

O setor cultural movimenta empregos, turismo, renda e exportação de conteúdo.

Em 2026, a economia criativa no Brasil pode ser uma das chaves para diversificar o crescimento econômico e fortalecer a presença do país no cenário global.


Oportunidades para empreendedores e profissionais

O avanço da economia criativa abre espaço para novas profissões e negócios.

Criadores de conteúdo, designers, educadores digitais, produtores culturais, desenvolvedores e empreendedores criativos podem encontrar um mercado em expansão.

O Brasil possui um enorme potencial para transformar criatividade em oportunidade real.


Conclusão: 2026 pode marcar uma nova fase criativa

A economia criativa no Brasil representa mais do que arte. Ela é inovação, educação, tecnologia e futuro.

Em 2026, esse setor pode se tornar ainda mais estratégico, ajudando o país a crescer com base em ideias, diversidade cultural e transformação digital.

Criatividade não é apenas inspiração. É também desenvolvimento, oportunidade e caminho para um novo Brasil.

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Vírus Nipah: Como Evitar, Como Poderia Chegar ao Brasil e Por Que Estamos Seguros https://maisquemercado.com.br/virus-nipah-como-evitar-como-poderia-chegar-ao-brasil-e-por-que-estamos-seguros/ https://maisquemercado.com.br/virus-nipah-como-evitar-como-poderia-chegar-ao-brasil-e-por-que-estamos-seguros/#respond Mon, 02 Feb 2026 19:24:42 +0000 https://maisquemercado.com.br/?p=8768 O vírus Nipah é uma doença rara que voltou a chamar atenção internacional por causar surtos localizados em alguns países da Ásia. Apesar de ser considerado um vírus preocupante pela gravidade dos casos, o Brasil não registra circulação da doença e o risco no país é considerado baixo no momento.

Ainda assim, entender o que é o vírus Nipah, como ele se transmite e como pode ser evitado ajuda a informar a população com responsabilidade e sem alarmismo.


O que é o vírus Nipah?

O vírus Nipah é um agente infeccioso transmitido inicialmente de animais para humanos, sendo classificado como uma zoonose. Ele foi identificado pela primeira vez no final da década de 1990 e desde então tem aparecido em surtos esporádicos, principalmente no Sul e Sudeste da Ásia.

A doença pode causar sintomas respiratórios e, em casos mais graves, inflamação no cérebro, conhecida como encefalite.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o vírus Nipah possui potencial de gravidade, mas os surtos costumam ser limitados e monitorados.


Como o vírus Nipah é transmitido?

A transmissão do vírus Nipah acontece principalmente em contextos específicos. O reservatório natural mais conhecido são morcegos frugívoros, que podem carregar o vírus sem apresentar sintomas.

A infecção humana pode ocorrer quando há contato com secreções de animais infectados ou consumo de alimentos contaminados.

Em algumas situações, também pode ocorrer transmissão de pessoa para pessoa, especialmente em ambientes de cuidado próximo, como familiares e serviços de saúde sem proteção adequada.


Quais são os principais sintomas?

Os sintomas do vírus Nipah podem variar, mas geralmente começam com febre, mal-estar e dores no corpo.

Em alguns casos, podem surgir sintomas respiratórios e, nas formas mais graves, complicações neurológicas, como confusão mental e inflamação cerebral.

Por ser uma doença rara e concentrada em regiões específicas, qualquer suspeita depende sempre de avaliação médica e histórico de viagem.


Como evitar o vírus Nipah?

A prevenção do vírus Nipah está ligada principalmente a reduzir exposição em áreas onde há registros de surtos.

Evitar contato direto com morcegos e animais doentes é uma das medidas mais importantes. Também é recomendado não consumir frutas ou alimentos que possam ter sido contaminados por animais em regiões afetadas.

Profissionais de saúde seguem protocolos rígidos de controle de infecção para impedir transmissão em ambientes hospitalares.

Até o momento, não existe vacina amplamente disponível para o vírus Nipah, por isso a prevenção continua sendo a principal forma de proteção.


Como o vírus Nipah poderia chegar ao Brasil, hipoteticamente?

De forma hipotética, o caminho mais plausível para o vírus Nipah chegar ao Brasil seria por meio de um caso importado, ou seja, uma pessoa infectada viajando de uma região com surto para outro país durante o período inicial da doença.

Esse tipo de situação é monitorado por sistemas internacionais de vigilância epidemiológica.

Mesmo que um caso isolado ocorresse, para haver transmissão sustentada seria necessário contato muito próximo e falhas em medidas de isolamento e controle, o que torna esse cenário pouco provável.


Por que o Brasil está seguro atualmente?

O Brasil está seguro em relação ao vírus Nipah por alguns fatores importantes.

Primeiro, não há registro de circulação do vírus no país. Segundo o Ministério da Saúde, o risco atual é considerado baixo e não existe ameaça imediata ao território brasileiro.

Além disso, os surtos conhecidos ocorrem em regiões específicas da Ásia, o que facilita a vigilância e o controle internacional.

O Brasil também possui sistemas de monitoramento em portos e aeroportos, além de protocolos para identificar rapidamente doenças infecciosas importadas.

Ou seja, não há motivo para pânico. A situação é acompanhada por autoridades de saúde.


O que fazer em caso de preocupação?

Para a população brasileira em geral, não há nenhuma recomendação especial além de acompanhar informações oficiais.

Para pessoas que viajam a regiões com histórico de surtos, medidas básicas de higiene e cuidado alimentar são suficientes.

Em caso de febre e sintomas após viagens internacionais, o ideal é procurar atendimento médico e informar o histórico de deslocamento.


Conclusão: informação e tranquilidade

O vírus Nipah é uma doença rara, monitorada e concentrada em surtos localizados. Apesar de sua gravidade potencial, o Brasil está seguro no momento, sem registro de circulação e com risco considerado baixo pelas autoridades de saúde.

A melhor forma de lidar com esse tipo de tema é com informação clara, prevenção responsável e sem alarmismo.

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Ciência social quântica: o que a física pode nos ensinar sobre o comportamento humano https://maisquemercado.com.br/ciencia-social-quantica-o-que-a-fisica-pode-nos-ensinar-sobre-o-comportamento-humano/ https://maisquemercado.com.br/ciencia-social-quantica-o-que-a-fisica-pode-nos-ensinar-sobre-o-comportamento-humano/#respond Thu, 29 Jan 2026 20:15:44 +0000 https://maisquemercado.com.br/?p=8749 A ciência social quântica é um campo emergente que propõe algo surpreendente: usar ideias inspiradas na física quântica para entender melhor como as pessoas tomam decisões, se comportam em grupo e interagem em sociedade.

Embora pareça um conceito distante do cotidiano, a ciência social quântica está ganhando espaço justamente porque modelos tradicionais nem sempre conseguem explicar o comportamento humano em ambientes complexos, como redes sociais, economia e política.

O que antes parecia imprevisível pode estar seguindo padrões mais profundos do que imaginamos.


O que é ciência social quântica?

A ciência social quântica é uma abordagem interdisciplinar que busca aplicar estruturas matemáticas e conceitos da teoria quântica para estudar fenômenos sociais.

Isso não significa que o cérebro humano funciona como uma partícula subatômica, mas sim que certos modelos usados na física podem ajudar a representar melhor situações humanas marcadas por incerteza, contradição e múltiplas possibilidades.

Em vez de pensar em decisões como algo sempre lógico e linear, a ciência social quântica sugere que escolhas humanas podem ser influenciadas por contextos, emoções e interpretações simultâneas.


Por que os modelos tradicionais falham?

Grande parte das ciências sociais clássicas parte da ideia de que as pessoas agem de forma racional e previsível. No entanto, a realidade mostra o contrário.

As pessoas mudam de opinião rapidamente, tomam decisões impulsivas e são influenciadas por fatores invisíveis, como pressão social, medo ou excesso de informação.

A ciência social quântica surge justamente para lidar com esse tipo de comportamento que não segue uma linha reta.

Ela tenta explicar por que indivíduos podem manter pensamentos contraditórios ao mesmo tempo e por que escolhas mudam dependendo do ambiente.


O comportamento humano como um sistema de possibilidades

Na física quântica, um sistema pode existir em diferentes estados até que uma medição ocorra. De forma simbólica, a ciência social quântica usa essa ideia para sugerir que pessoas também podem carregar múltiplas intenções ou opiniões até que sejam colocadas diante de uma decisão concreta.

Por exemplo, alguém pode estar indeciso entre duas escolhas e só definir uma posição quando um evento específico acontece, como uma notícia, uma conversa ou uma experiência emocional.

Esse tipo de modelo tem sido usado para estudar decisões de consumo, comportamento político e reações em redes sociais.


Aplicações da ciência social quântica no mundo moderno

A ciência social quântica não é apenas uma teoria abstrata. Ela já começa a ser aplicada em áreas práticas.

Na economia, pode ajudar a entender por que investidores agem de forma irracional mesmo com dados claros.

No marketing digital, pode explicar por que consumidores mudam de preferência rapidamente e respondem a estímulos inesperados.

Na política, pode contribuir para analisar como opiniões públicas se formam de maneira instável e muitas vezes imprevisível.

Até mesmo no estudo de redes sociais, essa abordagem pode revelar padrões de comportamento coletivo que modelos tradicionais não conseguem capturar.


O futuro dessa nova ciência

A ciência social quântica ainda é recente, mas representa uma tendência importante: o mundo está complexo demais para explicações simples.

À medida que sociedades se tornam mais conectadas, rápidas e influenciadas por algoritmos, entender o comportamento humano exige ferramentas mais sofisticadas.

Esse campo pode se tornar uma das chaves para compreender decisões coletivas em larga escala, crises sociais, dinâmicas digitais e até transformações culturais.


Conclusão: uma nova forma de entender a sociedade

A ciência social quântica mostra que talvez o comportamento humano não seja apenas confuso ou irracional, mas sim parte de um sistema altamente contextual e cheio de possibilidades.

Ao unir física, matemática e ciências sociais, essa área propõe uma nova maneira de enxergar como pensamos, escolhemos e reagimos em um mundo cada vez mais imprevisível.

E talvez, no futuro, entender a sociedade dependa menos de certezas absolutas e mais de compreender as probabilidades que moldam nossas decisões.

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Como Portais Escolhem Notícias Que Viralizam na Internet https://maisquemercado.com.br/como-portais-escolhem-noticias-que-viralizam-na-internet/ https://maisquemercado.com.br/como-portais-escolhem-noticias-que-viralizam-na-internet/#respond Thu, 29 Jan 2026 17:00:41 +0000 https://maisquemercado.com.br/?p=8732 Notícias que viralizam estão em todos os lugares. Em poucos minutos, um assunto pode dominar redes sociais, aparecer em sites gigantes e se tornar o tema mais comentado do dia.

Mas essa explosão de alcance raramente acontece por acaso.

Por trás de cada manchete que parece “inesperada”, existe uma estratégia bem planejada. Portais de notícias estudam comportamento humano, algoritmos e tendências digitais para decidir o que merece destaque.

A pergunta é simples: como eles escolhem o que vai viralizar?


O que significa viralizar no jornalismo digital?

No ambiente online, viralizar significa alcançar milhões de pessoas em pouco tempo, principalmente através de compartilhamentos e recomendações automáticas.

Uma notícia viral não depende apenas da importância do fato, mas da capacidade de gerar reação imediata no público.

Isso transforma a internet em um espaço onde emoção e velocidade são tão relevantes quanto informação.


O papel das emoções na escolha das manchetes

Portais sabem que emoções movem cliques.

Notícias que viralizam geralmente despertam surpresa, indignação, medo, curiosidade ou esperança. Quando uma pessoa sente algo forte, ela tende a compartilhar.

Por isso, muitos conteúdos são escritos com foco em impacto emocional, mesmo quando o assunto é simples.

O objetivo é capturar atenção em segundos.


Algoritmos decidem o que aparece primeiro

Hoje, grande parte do tráfego vem de plataformas como Google Discover, Instagram, TikTok e Facebook.

Esses sistemas priorizam conteúdos que geram engajamento rápido.

Portais analisam quais temas estão sendo impulsionados pelos algoritmos e produzem matérias que se encaixam nesse padrão.

O resultado é uma disputa constante por relevância digital.


Tendências e timing são tudo

Uma notícia pode ser boa, mas se for publicada no momento errado, passa despercebida.

Portais monitoram tendências em tempo real e escolhem assuntos que já estão crescendo nas buscas ou nas redes sociais.

O timing certo aumenta drasticamente as chances de viralização.

É por isso que muitos sites parecem falar do mesmo tema ao mesmo tempo.


A lógica do clique e da atenção

No jornalismo moderno, atenção é moeda.

Notícias que viralizam costumam ter títulos diretos, curiosos e fáceis de entender. Quanto menos esforço o leitor precisa fazer para compreender, maior a chance de clicar.

Isso explica o uso frequente de chamadas instigantes e formatos rápidos.

O conteúdo precisa competir com milhares de distrações.


Bastidores: dados e testes antes de publicar

Muitos portais fazem testes de desempenho antes mesmo de uma notícia se espalhar.

Eles avaliam diferentes versões de título, imagem e abordagem para descobrir qual formato prende mais o leitor.

Essa prática, comum no marketing digital, também domina o jornalismo atual.

A viralização, nesse contexto, é construída.


Por que algumas notícias dominam o dia inteiro?

Quando um assunto começa a viralizar, os portais intensificam a cobertura com atualizações, análises e desdobramentos.

Isso mantém o tema vivo por mais tempo e aumenta o tráfego.

O ciclo é simples: quanto mais atenção, mais conteúdo; quanto mais conteúdo, mais atenção.


O impacto disso no consumo de informação

O lado positivo é que informações importantes podem alcançar muita gente rapidamente.

Mas existe um risco: temas complexos podem ser simplificados demais, e assuntos irrelevantes podem ganhar espaço apenas por gerar cliques.

Por isso, entender como notícias que viralizam são escolhidas ajuda o leitor a consumir informação com mais consciência.


Conclusão: viralização não é sorte, é estratégia

Notícias que viralizam não surgem do nada. Elas são resultado de escolhas editoriais baseadas em emoções, algoritmos, timing e comportamento do público.

Portais modernos atuam como empresas digitais, onde atenção vale tanto quanto informação.

E quanto mais entendemos esses bastidores, mais preparados ficamos para navegar no mundo das manchetes rápidas.

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